Estados Unidos já propôs um acordo para Chang ser extraditado para Moçambique

O jurista sul-africano, André Thomashausen, diz que Manuel Chang poderá ser extraditado seis meses após a decisão extradição, caso não haja recurso dos Estados Unidos de América. Neste momento, não há informações sobre a submissão ou não do recurso dos Estados Unidos, outro país que pediu a extradição do ex-ministro das Finanças de Moçambique.

Mas os Estados Unidos parece já não estar muito interessado com Chang… conforme diz um jornal sul-africano, o Embaixador dos Estados Unidos na Africa do sul esteve a dias com Manuel Chang para lhe propor termos e algumas condições caso ele queira voltar para moçambique condições essas que ainda não chegaram a publico. 
Na ultima noite o Ministro da justiça Sul-Africana também garantiu para o mesmo jornal que ja existem termos de condições para chang voltar a Moçambique eque uma delas, Chang teria que confirmar o envolvimento Direto do antigo presidente da Republica Armando Emílio Guebuza como cabeça e sendo que ele no seu mandato foi quem deu a ultima palavra para os bancos soltassem os valores adquiridos por eles.
Passam precisamente 24 dias após o ex-ministro da Justiça e Assuntos Correcionais da África do Sul ter decidido extraditar o ex-ministro das Finanças, Manuel Chang, para Moçambique. Em contacto telefónico, o especialista sul-africano em direito internacional público, André Thomashausen, disse que Manuel tem mais seis na África do Sul, período esse que os Estados Unidos têm para recorrer da decisão de extradição para Moçambique.
 Recorde-se que a Embaixada dos Estados Unidos em Pretória disse ter recebido com “grande desapontamento na imprensa o anúncio do então ministro da Justiça e Serviços Correcionais de que a República da África do Sul, apesar de ter recebido o nosso pedido formal de extradição antes do da República de Moçambique, decidiu extraditar o antigo ministro das Finanças Manuel Chang para Moçambique”.
Por: Donaldo Carlos

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